O lançamento do livro sobre a “Lei de Fomento” reuniu a classe artística e precursores do movimento Arte Contra a Barbárie, na última quarta-feira, 19/11, no Espaço Parlapatões. Foi uma noite bem concorrida, mais de 300 pessoas estiveram presentes prestigiando esse importante evento.
Iná Camargo Costa, autora do livro, A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas Para a Cultura; autografou o livro no evento, que reuniu alguns dos principais artífices do “Movimento Arte Contra a Barbárie”, célula embrionária da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.
O mandato do deputado Vicente Cândido, sempre procurou provocar a discussão e o diálogo com os setores da cultura desde seu primeiro mandato como vereador. Foi um dos articuladores dessa luta junto com o “Movimento Arte Contra a Barbárie” conseguindo aprovar a Lei de Fomento ao Teatro do município de São Paulo (Lei 13.279), apresentou também propostas a partir de São Paulo, para a gestão pública do Fundo Estadual de Arte e Cultura, Fundo Nacional de Cultura, com editais transparentes e democráticos, a revisão das Leis de Incentivo e a fixação de 2% dos orçamentos federal, estaduais e municipais para a Cultura.
Participaram do congraçamento, os grupos fomentados, o presidente da Funarte, Sérgio Mamberti, o secretário de Cultura do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo, Tadeu de Souza, o crítico literário Roberto Schwarz, dramaturgos e diretores como Ilo Krugli, Hugo Possolo, Sérgio de Carvalho, Eduardo Tolentino, Antônio Araújo e Mario Viana.
O livro foi festejado como um episódio importante da luta dos grupos Teatrais, por políticas públicas para o teatro. Para o diretor da Companhia do Latão, Sérgio de Carvalho, “essa festa deve ser feita em posição de alerta, porque essa conquista sinaliza ainda um processo contingente e em trânsito”, afirmou.
Entretanto, embora essas transformações sejam parciais e circunscritas a São Paulo, a experiência paulistana serve como modelo para a reforma da Lei Rouanet, por exemplo. O próprio MinC destacou em sua página na Internet, ao divulgar o lançamento do livro, que a Lei Municipal de Fomento ao Teatro é "uma alternativa ao modelo de financiamento público por meio da isenção fiscal, que está sendo debatido pelo Ministério da Cultura".
Segundo o presidente da Cooperativa Paulista de Teatro - em depoimento ao repórter do jornal “Correio Braziliense”, Sérgio Maggio, na reportagem “Uma ilha chamada São Paulo” - a Lei de Fomento, do então vereador Vicente Cândido, "inspirou, não só na cidade de São Paulo, mas em todo o país, movimentos similares e ganha, a cada ano, reconhecimento internacional como paradigma para as artes cênicas".
A diversificação da cena teatral foi apontada como fato inelutável. Para o diretor Ilo Krugli, “o elemento mais importante propiciado pelo fomento é a estabilidade para os criadores”. Durante o lançamento ocorreu uma exposição com variada produção de fanzines, livros, DVD's, e materiais de divulgação dos espetáculos das companhias incentivadas pela Lei.
Outro ponto abordado foi o impacto social dos projetos fomentados: as apresentações de grupos teatrais que sugiram em conseqüência de ações incentivadas pela Lei de Fomento serviram para ilustrar os benefícios indiretos da Lei. Os grupos Caixa de Imagens e Sobrevento e a Cia. Estável mostraram como os seus projetos se ampliaram para às comunidades onde atuam, ao apresentarem performances teatrais de novos núcleos artísticos que surgiram dentro das ações fomentadas, como nos casos dos grupos, A Casa da Tia Siré e Mão na Luva.
Para a jornalista Beth Néspoli - que apontou em artigo do jornal “O Estado de S. Paulo” o grande valor documental do livro escrito por Iná Camargo Costa - graças ao fomento, "algumas comunidades tiveram sua geografia cultural transformada pela ação dos grupos, que por sua vez passaram por evidente aprimoramento estético".
Iná Camargo Costa, autora do livro, A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas Para a Cultura; autografou o livro no evento, que reuniu alguns dos principais artífices do “Movimento Arte Contra a Barbárie”, célula embrionária da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.
O mandato do deputado Vicente Cândido, sempre procurou provocar a discussão e o diálogo com os setores da cultura desde seu primeiro mandato como vereador. Foi um dos articuladores dessa luta junto com o “Movimento Arte Contra a Barbárie” conseguindo aprovar a Lei de Fomento ao Teatro do município de São Paulo (Lei 13.279), apresentou também propostas a partir de São Paulo, para a gestão pública do Fundo Estadual de Arte e Cultura, Fundo Nacional de Cultura, com editais transparentes e democráticos, a revisão das Leis de Incentivo e a fixação de 2% dos orçamentos federal, estaduais e municipais para a Cultura.
Participaram do congraçamento, os grupos fomentados, o presidente da Funarte, Sérgio Mamberti, o secretário de Cultura do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo, Tadeu de Souza, o crítico literário Roberto Schwarz, dramaturgos e diretores como Ilo Krugli, Hugo Possolo, Sérgio de Carvalho, Eduardo Tolentino, Antônio Araújo e Mario Viana.
O livro foi festejado como um episódio importante da luta dos grupos Teatrais, por políticas públicas para o teatro. Para o diretor da Companhia do Latão, Sérgio de Carvalho, “essa festa deve ser feita em posição de alerta, porque essa conquista sinaliza ainda um processo contingente e em trânsito”, afirmou.
Entretanto, embora essas transformações sejam parciais e circunscritas a São Paulo, a experiência paulistana serve como modelo para a reforma da Lei Rouanet, por exemplo. O próprio MinC destacou em sua página na Internet, ao divulgar o lançamento do livro, que a Lei Municipal de Fomento ao Teatro é "uma alternativa ao modelo de financiamento público por meio da isenção fiscal, que está sendo debatido pelo Ministério da Cultura".
Segundo o presidente da Cooperativa Paulista de Teatro - em depoimento ao repórter do jornal “Correio Braziliense”, Sérgio Maggio, na reportagem “Uma ilha chamada São Paulo” - a Lei de Fomento, do então vereador Vicente Cândido, "inspirou, não só na cidade de São Paulo, mas em todo o país, movimentos similares e ganha, a cada ano, reconhecimento internacional como paradigma para as artes cênicas".
A diversificação da cena teatral foi apontada como fato inelutável. Para o diretor Ilo Krugli, “o elemento mais importante propiciado pelo fomento é a estabilidade para os criadores”. Durante o lançamento ocorreu uma exposição com variada produção de fanzines, livros, DVD's, e materiais de divulgação dos espetáculos das companhias incentivadas pela Lei.
Outro ponto abordado foi o impacto social dos projetos fomentados: as apresentações de grupos teatrais que sugiram em conseqüência de ações incentivadas pela Lei de Fomento serviram para ilustrar os benefícios indiretos da Lei. Os grupos Caixa de Imagens e Sobrevento e a Cia. Estável mostraram como os seus projetos se ampliaram para às comunidades onde atuam, ao apresentarem performances teatrais de novos núcleos artísticos que surgiram dentro das ações fomentadas, como nos casos dos grupos, A Casa da Tia Siré e Mão na Luva.
Para a jornalista Beth Néspoli - que apontou em artigo do jornal “O Estado de S. Paulo” o grande valor documental do livro escrito por Iná Camargo Costa - graças ao fomento, "algumas comunidades tiveram sua geografia cultural transformada pela ação dos grupos, que por sua vez passaram por evidente aprimoramento estético".
Nenhum comentário:
Postar um comentário