terça-feira, 8 de julho de 2008

AGENDA NA CINEMATECA


Conferência MÚSICA E CINEMA DE BOLLYWOOD
10 de julho de 2008

A indiana Pavitra Sundar completou recentemente seu doutorado na Universidade de Michigan com um estudo sobre as relações entre música e cinema nas produções de Bollywood. A conferência que Pavitra, natural de Bombaim, apresenta na Cinemateca Brasileira, em julho, é uma rara oportunidade para o público de São Paulo entender melhor porque há tanta música e dança nos filmes populares feitos em Bollywood. Pavitra promete proporcionar aos espectadores uma viagem musical pelo cinema indiano atualmente a maior indústria cinematográfica do mundo através de seus comentários e de vários clips com sequências musicais de filmes de diferentes épocas.

A conferência MÚSICA E CINEMA DE BOLLYWOOD é uma promoção da Academia Internacional de Cinema (AIC) e do produtor, cineasta e editor indiano Ram Prasad Devineni, curador das mostras de filmes de Bollywood que a Cinemateca realizou em 2007 e 2008.

ENTRADA FRANCA

CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207 - próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)

PROGRAMAÇÃO
10/07/08 - QUINTA
Sala Cinemateca/Petrobras
20h30MIN

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Cidades

Diadema ganha cinema “porta aberta” [São Paulo]

Sem contar com um cinema no município, os moradores de Diadema ganham dois equipamentos culturais amanhã. A partir das 14h, será entregue a nova sede do Centro Cultural Eldorado, que abriga o Cine Eldorado, onde o público poderá conferir, gratuitamente, filmes dos mais variados gêneros. Às 18h, o longa Chega de Saudade, da diretora Laíz Bodanzky, iniciará a programação de exibições. A sala conta com 132 lugares, isolamento acústico, tela para produções em película de 35 milímetros, ar-condicionado, sistema de som e projeção Dolby digital.

Há espaço reservado para pessoas portadoras de deficiência física ou com mobilidade reduzida.

O local funcionará de terça a sexta-feira, com duas exibições por dia (à tarde e à noite). Nos finais de semanas serão quatro sessões, nos mesmos períodos.

Os alunos de oficinas culturais também poderão exibir suas produções. Quem deseja assistir aos vídeos deverá retirar os ingressos na bilheteria, uma hora antes do início de cada sessão.Parceria - O novo Centro Cultural Eldorado é o resultado da parceria entre a Prefeitura de Diadema e a Cinemateca Brasileira, órgão da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.

O Executivo municipal afirma ter investido R$ 1 milhão na construção do Centro Cultural, iniciada em dezembro de 2007, em uma área de 1.000 metros situada nas proximidades do Terminal Eldorado, onde já funcionou o Sacolão Municipal.

Coube à Cinemateca oferecer o suporte técnico para a realização da obra e colocar o acervo de filmes à disposição. "Os técnicos da Cinemateca estiveram presentes desde o início da obra. Verificaram tudo: a colocação dos bancos, das cadeiras e o ângulo da sala. Queremos continuar essa parceria", afirma a secretária de Cultura de Diadema, Maria de Fátima Menezes.

Segundo ela, a construção de um cinema era uma das principais reivindicações populares em discussões sobre a aplicação de recursos do orçamento municipal. "Estamos todos felizes. Quando se trata de cinema, devemos lembrar que ele é um lazer inacessível para muita gente. Trabalhamos para fornecer essa acessibilidade", diz a secretária.

Além do Cine Eldorado, o prédio do Centro Cultural terá biblioteca, palco multiuso, setor administrativo, espaço para palestras e salas para oficinas culturais.

Chega de Saudade - Amanhã, às 18h. No Cine Eldorado - Av. Frei Ambrósio de Oliveira Luz, 55. Informações pelo telefone: 4072-9311. Grátis.

Fonte: Diáio do Grande ABC - 03/07/2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

Eleições 2008

No blog do Favre

CEU de Kassab de R$38 milhões: apenas inaugurado já será reformado
E o Estadão achava caro quando a Marta fazia por R$17 milhões; agora se cala.

Conclusão: O CEU de Kassab custou 54% mais caro que o que foi orçado e já está rachado. LF

A Folha de São Paulo em artigo sobre a decisão de Serra e Kassab, de retomar os CEU’s, lembrava: ” O projeto dos CEUs centralizou as discussões na campanha eleitoral entre Serra e Marta. Enquanto a petista entregou 21 unidades durante seu primeiro mandato e prometia mais 24 caso fosse reeleita, Serra rebatia que os CEUs consumiam 40% dos gastos de custeio da educação, abrigando 5% dos alunos da rede.” (FSP 26/11/2005). Afirmavam também os demo-tucanos que primeiro construiriam as vagas em creches e só depois, se sobrasse dinheiro fariam os CEU’s. As vagas em creche continuam aguardando, mas pelo menos retomaram os CEUs e, mesmo inacabados, inauguraram alguns.

A retomada dos CEU’s foi uma boa decisão, mesmo se acompanhada de uma reformulação dos projetos, mais “feios” na nova versão e com menos equipamentos, justificados pelos demo-tucanos para reduzir os custos dessas unidades, denominadas anteriormente “obras faraônicas”.

Cada vez que este tema volta a pauta os demo-tucanos fazem questão de afirmar que com eles os CEU’s ficariam mais baratos e preencheriam o mesmo objetivo.

Na sua coluna o jornalista Gilberto Dimenstein comentava na época sobre a decisão de Kassab de retomar os CEU’s: ” A construção de CEUs (Centros Educacionais Unificados) é uma bandeira da gestão de Marta Suplicy (PT) que o atual governo, após a posse de José Serra (PSDB), abandonou -com críticas ao projeto, especialmente ao preço de cada unidade, perto de R$ 20 milhões- e que Kassab retomou no ano passado.

Os 21 CEU’s construidos durante a gestão Marta Suplicy, inaugurados entre 2003 e 2004 tiveram um custo entre R$17 e R$20 milhões de reais. Até hoje o jornal O Estado de São Paulo considera esses investimentos um absurdo só justificado pelo objetivo eleitoreiro.

Pois bem, os CEU’s “faraônicos” de Marta, na versão menos “luxuosa” e mais ponderada dos bons administradores demo-tucanos, passaram por um processo de aumento do custo que exige explicações convincentes para a opinião pública. TENHO CERTEZA QUE A MÍDIA COBRARÁ COMO SE DEVE ESSAS EXPLICAÇÕES.

Em todo caso, de R$17 a R$20 milhões em 2004 com Marta, agora em 2007-2008 foram “reduzidos” para R$25 a R$38 milhões pela gestão demo-tucana.

Me parece que estamos perante o mesmo caso que o da ponte estaiada. Era “cara e faraônica” quando custava R$170 milhões na época da Marta e silêncio sobre o preço do “cartão postal” de Kassab que pagou acima de R$260 milhões.

Desta vez a mídia seguramente cobrará explicações e não deixará de lembrar o discurso hipócrita dos fariseus. Pelo menos é de se esperar no trato isento da informação e do interesse dos cidadãos de São Paulo.

Luis Favre
http://blogdofavre.ig.com.br/